Criar para pessoas ou criar para o algoritmo?

Criar para pessoas ou criar para o algoritmo?

20/11/2025 | Agência Fome | Blog

O universo das redes sociais se tornou uma espécie de “laboratório de tendências”. Métricas, curtidas, engajamento e formatos que performam bem acabam servindo como direcionamento para marcas e criadores. Mas será que, ao seguir apenas esses sinais, não corremos o risco de perder autenticidade?

O peso do algoritmo nos briefings

É comum que na hora de pensar em uma campanha, o briefing já venha carregado de expectativas baseadas no que o algoritmo está “pedindo”: vídeos curtos, posts com áudios virais, trends do momento, etc. Essa abordagem pode gerar resultados rápidos, mas também coloca a marca em um lugar perigoso de criar apenas para agradar o algoritmo e não as pessoas.

 

Métricas não contam toda a história

O engajamento é importante, claro. Mas ele é só um recorte. Curtidas e compartilhamentos não dizem, por si só, se aquela mensagem contribuiu para fortalecer a marca, gerar conexão real ou construir reputação no longo prazo. Quando uma estratégia depende exclusivamente do que performa, a marca corre o risco de se tornar repetitiva e previsível, perdendo identidade própria.

 

E as pessoas nisso tudo?

E as pessoas nisso tudo?

Aí entra outro ponto de reflexão: será que os gostos das pessoas ainda são totalmente delas ou estão sendo moldados pelo algoritmo? Ao entregar conteúdos que já sabemos que funcionam, acabamos reforçando padrões. E é aqui que entra a importância da ousadia criativa: quando uma marca traz algo inesperado, diferente do que o feed está acostumado a mostrar, ela não só se destaca, mas também provoca novas conversas.

 

O equilíbrio possível

Não se trata de ignorar o algoritmo. Ele é parte do jogo e precisa ser considerado. Mas o desafio é equilibrar dados com identidade e performance com propósito. O briefing não deve ser ditado pelas métricas, mas pode, sim, se apoiar nelas. O algoritmo pode apontar caminhos, mas cabe à marca decidir como percorrê-los sem abrir mão da autenticidade.

 

Criamos para pessoas.

Na FOME, criamos para pessoas

Por aqui, acreditamos que o digital só faz sentido quando gera impacto nas pessoas! Nosso trabalho é olhar para as métricas, sim, mas sem esquecer que, por trás de cada número, existe alguém com história, desejo e opinião. Criamos para pessoas, não para algoritmos. Porque marcas só permanecem relevantes quando conseguem ser autênticas e, acima de tudo, humanas.

Agência Fome

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